Comunicação UFSC Joinville
  • Pós em Engenharia e Ciências Mecânicas da UFSC fortalece parceria com Alemanha para Programa de Dupla Diplomação

    Publicado em 21/06/2016 às 18:31

    Uma reunião realizada no início do mês de junho na Universidade Technische Hochschule Ingolstadt (THI), sediada na cidade de Ingolstadtna, na Alemanha, resultou no compromisso de elaboração de um acordo de cooperação entre as duas instituições para viabilizar o Programa de Dupla Diplomação. O coordenador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Ciências Mecânicas (Pós-ECM) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), professor Breno Salgado Barra, e o coordenador do Programa de Mestrado da (THI), professor Andreas Hagerer, foram os interlocutores. Após discussões com as instâncias deliberativas e tramitações burocráticas, o acordo deverá ser implantado em caráter definitivo. O Programa de Dupla Diplomação permitirá que alunos e docentes das duas instituições possam desenvolver suas pesquisas de dissertação a partir de mútua cooperação técnico-acadêmica, o que propiciará aos estudantes brasileiros a oportunidade de aprofundar conhecimentos em um centro tecnológico de excelência na Europa. O coordenador do Pós-ECM viajou a convite da THI para participar do AWARE-Workshop “Research and Education” e para a “Carissma Inauguration Ceremony” durante os dias 6 e 10 de junho. Noticia postada pelo site da UFSC em 20/06/2016

    Breno

    Coordenador do Pós-ECM da UFSC, Breno Salgado Barra  e a gerente estratégica de parcerias com o Brasil da THI, Anne-Sophie Lohmeier, durante evento realizado em junho na Alemanha.

  • Diversidade Sexual e Identidade de Gênero são temas da conversa promovida pela Assistência Estudantil da UFSC Joinville

    Publicado em 20/06/2016 às 18:07

    A Assistência Estudantil da UFSC Joinville organiza uma Roda de Conversa, em parceria com membros da Associação LGBT Arco-Íris de Joinville - que compõe a luta por direitos LGBT no município, e Ana Maria/Alejandro Mujica Rodríguez, doutorande em Saúde Coletiva pela UFSC e que vem trabalhando sobre questões de gênero, saúde e políticas públicas ao longo da trajetória acadêmica.

    A ideia é aproximar o estudante da UFSC em Joinville do tema diversidade sexual e identidade de gênero e como isso é vivenciado na universidade. A Roda está programada para acontecer no dia 23 de junho de 2016, às 17:00, na sala do DA (A101).

    A seguir publicamos uma entrevista com Ana Maria/Alejandro Mujica Rodriguez adiantando já algumas questões que podem ser conversadas no evento.

    COC - É comum ver confusão entre identidade de gênero e orientação sexual. Você pode explicar qual é a diferença?

    AMMR – Sim, é comum ver essa confusão entre identidade de gênero e orientação sexual. Inclusive nos próprios meios de comunicação quando descrevem uma pessoa trans, a descrevem como homossexual. No entanto, as pessoas trans podem ser gays, lésbicas, heterossexuais, pansexuais, entre outras orientações sexuais. Muitas vezes, os profissionais de imprensa colocam a orientação sexual como sinônimo de identidade de gênero, apagando e tornando invisível a própria identidade de gênero destas pessoas.

    Então, de modo geral, a orientação sexual se refere à atração afetiva, sexual e/ou emocional que você pode sentir por alguém. Aí temos gays, lésbicas, bissexuais, pansexuais, heterossexuais, assexuais, entre outras. E a identidade de gênero é como você se sente consigo mesmo ou que remete a uma constituição de um sentimento individual.

    COC - Quais os termos corretos que devem ser utilizados ao se falar de cada um deles (transgênero, transexual, pansexual, homoafetivo, homossexual, etc)?

    AMMR – Então, aí eu perguntaria “correto” em que sentido? No sentido acadêmico? Quando vamos conversar com uma pessoa trans? Com relação às identidades trans, quem deve dizer como se identifica é a própria pessoa trans e cabe a ela nos dizer com que termo se sente mais identificada. Assim como com que pronome quer ser chamada.

    COC - Quais os principais direitos assegurados aos transgêneros no Brasil que a maioria da população ainda desconhece?

    AMMR - Temos algumas políticas em saúde específicas para pessoas trans, como a portaria do processo transexualizador criada em 2008 e redefinida em 2013 com a inclusão de algumas demandas cirúrgicas para os homens trans (Portaria no 1.707, de 18.08.2008, Portaria Nº 2.803, de 19 de novembro de 2013). Assim, também temos a portaria para a inclusão do nome social no cadastro e na carteirinha do SUS (Portaria nº 1.820/GM/MS, de 13 de agosto de 2009) e em 2014 foi criada uma nota técnica para ajudar a resolver algumas dúvidas sobre a impressão de Cartão Nacional de Saúde – CNS com Nome Social. (Nota Técnica nº 18, publicada em 24 de setembro 2014).

    Outras políticas que não são específicas para as pessoas trans, mas que mesmo assim são incluídas, como o programa Brasil sem Homofobia (2004), do Ministério da Saúde, que entre as suas ações (três na área da saúde), está a formalização do Comitê Técnico Saúde da População de Gays, Lésbicas, Transgêneros e Bissexuais, tendo como objetivo estruturar uma Política Nacional de Saúde para essa população, a qual foi lançada em 2008. Nesse mesmo ano foi lançada a portaria do Processo Transexualizador.

    Também desde outubro do ano passado (2015), mulheres trans também podem acessar a lei Maria da Penha. (Determinação da TJ-SP).

    COC – Qual a principal (ou principais) dúvida em relação à diversidade sexual que chega até você no dia a dia?

     AMMR - As principais dúvidas são em relação às diferenças entre identidade de gênero e orientação sexual. Também sobre o uso de nome social, sobre a “Hormônio Terapia” e outras necessidades específicas em saúde para as pessoas Trans.

    Sobre questões em saúde das pessoas lésbicas, gays e bissexuais. Dúvidas com relação à doação de sangue e população LGBT.

    COC - Qual a sua avaliação de como esta questão tem sido tratada na UFSC?

     AMMR - Na UFSC as pessoas travestis, transexuais e transgêneras podem utilizar seu nome social em todos os registros, documentos e atos da vida acadêmica, mas mesmo assim, ainda é preciso sensibilizar o pessoal sobre o seu uso e sobre o respeito às pessoas trans. O mesmo que acontece com as políticas, a prática do que está no papel é o maior desafio, pois requer que as pessoas reconheçam a diversidade e exerçam a sua parte na materialização destas.

    Por outro lado, é importante também ressaltar a recém-criada Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades da nova gestão da universidade, dirigida por Francis Solange Vieira Tourinho, com o objetivo, entre outros, ao combate às LGBTfobias e violência de gênero.

    Finalmente, no meio acadêmico existe uma subalternidade das questões de gênero, que podem apresentar certas diferenças e contrastes marcantes de acordo com os centros de ensino e as diferentes áreas de conhecimento.

    COC – Onde pessoas que se identificam com um gênero diferente do esperado socialmente, decorrente de seu sexo biológico, podem encontrar apoio?

    AMMR - Existem diversas ONGs que oferecem acolhimento e apoio para as pessoas trans: IBRAT (Instituto Brasileiro de Transmasculinidades), ANTRA (Associação Nacional de travestis e transexuais), aqui em Florianópolis temos a ADEH (Associação em Defesa dos Direitos Humanos com Enfoque na Sexualidade) e em Joinville temos a Associação Arco-íris e o Instituto em Defesa da Igualdade de Gênero.

    Roda de conversa

     


  • UFSC participa da parceria Brasil – Japão nas áreas de Engenharia Naval e Oceânica

    Publicado em 16/05/2016 às 18:36

    Com o objetivo de promover o ensino e pesquisa na área de Engenharia Naval e Oceânica, Brasil e Japão celebraram uma parceria para colaboração acadêmica que contempla nove universidades desses dois países. A Universidade Federal de Santa Catarina, representada pelos professores Lucas Weihmann e Thiago Pontin foi uma das instituições brasileiras escolhidas juntamente com USP, Unicamp, UFPE e UFRJ. Para dar início ao projeto, ocorreu entre os dias 19 de fevereiro e 06 de março, um conjunto de seminários nas Universidades japonesas de Nihon, Tokyo, Yokohama e Kyushu.

    Japão montagem

    O professor Thiago Pontin, coordenador do curso de engenharia naval, participou do evento representando a UFSC  com o intuito de buscar possibilidades de cooperação internacional para estudantes e professores. Segundo Pontin, o Centro de Joinville se dedica a oferecer um curso de Engenharia Naval de excelência a seus alunos e neste contexto, é fundamental que o corpo docente esteja envolvido com o que existe de melhor no Brasil e no mundo nesta área. Em abril, o primeiro curso foi ofertado simultaneamente para as nove universidades participantes do projeto. Neste ano também acontecerá o primeiro intercâmbio de alunos entre as instituições, no qual quatro alunos brasileiros irão passar um mês no Japão, enquanto as universidades brasileiras também receberão quatro estudantes japoneses.

    Outros resultados esperados desta cooperação são a oferta de estágios no exterior inseridos em projetos de pesquisa, participação em desenvolvimento de projetos de pesquisa em conjunto e cursos em língua inglesa de alto nível para graduandos da UFSC.


  • Aluno de Engenharia Naval cria sua própria embarcação e aventura-se na Lagoa dos Patos

    Publicado em 15/04/2016 às 2:47

    Veja a entrevista completa que Frederico concedeu a Comissão de Comunicação da UFSC Joinville.

    Entrevista


  • Ondas Gravitacionais: Perspectivas de futuro

    Publicado em 22/02/2016 às 13:03

     

    A divulgação dos dados da medição direta das ondas gravitacionais, prevista pela teoria geral da relatividade de Einstein, ganha o foco das discussões e desperta o imaginário popular com idéias de utilizar campos (sejam gravitacionais ou eletromagnéticos) como forma de promover viagens espaciais. Como a teoria de Einstein interpreta que a estrutura do espaço-tempo se deforma, e com a confirmação da existência de ondas gravitacionais, volta à tona a ideia de utilizar tais ondas como forma de mover espaçonaves. Apesar de não ser o único conceito que envolve a utilização de gravidade e sua manipulação como forma de propulsão, a manipulação de campos gravitacionais ainda é completamente especulativo e sem fundamento empírico ou teórico.

    Apesar de tal sonho ainda estar distante da realidade, a conquista da equipe do LIGO traz ao foco da mídia o novo passo no desenvolvimento do estudo do cosmo. A utilização de detectores de ondas gravitacionais faz parte de uma nova vertente da astronomia que visa estudar corpos celestes e fenômenos astronômicos utilizando as ondas gravitacionais. A atual detecção, além de ser a primeira da história, também é a primeira medição direta feita de buracos negros, até agora feitas apenas por medições indiretas. Porém essa não é a única iniciativa, os detectores e protótipos de detectores de ondas gravitacionais vem sendo testados desde 1995 e evoluções para os equipamentos já são propostas. Por exemplo, cientistas europeus construirão o chamado “Telescópio Einstein”, previsto para 2030.

     

    Msc. Rafael Gigena Cuenca, Professor do curso de Engenharia Aeroespacial

    Dr. Juan Pablo de Lima Costa Salazar, Professor e coordenador do curso de Engenharia Aeroespacial

     


  • Processo Seletivo Simplificado para professor substituto

    Publicado em 15/02/2016 às 12:11

    Estão abertas as inscrições para atuar como professor substituto no Campus Joinville.

    São três vagas nas áreas abaixo:

    Ciência da Computação/ Teoria dos Grafos                                                                                                                                                                                                        

    Nº de vagas: 01 (uma) vaga

    Regime de Trabalho: 20 (vinte) horas semanais

    Requisitos: Mestrado e/ou Doutorado em Engenharias ou Ciências Exatas e da Terra

    Engenharia Civil Áreas Afins: Engenharia Civil    

    Nº de vagas: 01 (uma) vaga

    Regime de Trabalho: 20 (vinte) horas semanais

    Requisitos: Graduação em Engenharia Civil e Espacialização e/ou Mestrado e/ou Doutorado em qualquer área.

    Expressão Gráfica e Desenho Técnico Áreas Afins: Engenharia Mecânica, Engenharia Civil, Engenharia Naval e Oceânica, Fundamentos Gerais de Projetos das Máquinas      

    Nº de vagas: 01 (uma) vaga

    Regime de Trabalho: 20 (vinte) horas semanais

    Requisitos: Graduação em Engenharias e Especialização e/ou Mestrado e/ou Doutorado em Engenharias.

    As inscrições devem ser feitas, conforme consta no edital, no Campus Joinville, Rua Dr. João Colin, nº2700, bloco E, sala 112, entre os dias 15/02 e 19/02/2016.

    Maiores informações: Edital 030/DDP/2016


  • Criação do Site da Comunicação Institucional do Campus Joinville

    Publicado em 03/02/2016 às 15:43

    Agora temos mais um canal de comunicação com a comunidade do Campus Joinville.

    O site da Comunicação está a partir de hoje a disposição para divulgação de informações sobre o Campus Joinville e suas atividades.

    O site está em fase de construção. Então fiquem atentos as novidades que estão por vir.

    Equipe de Comunicação Institucional

    Larissa Nunes, Cristiane Barbado, Tiago Santos e Gabriel Dutra

    ufsc comunicação